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Justiça de Pernambuco desbloqueia bens e restitui valores a Gusttavo Lima
O Tribunal de Justiça de Pernambuco ordenou a devolução de R$ 137.169,00 à Balada Eventos e Produções, uma das empresas do cantor Gusttavo Lima, de 35 anos, após o arquivamento das denúncias contra o artista na Operação Integration.
Em novembro do ano passado, Gusttavo Lima havia tido parte de seus bens bloqueados como medida de preservar valores que poderiam ter ligação com fraudes. O cantor encabeçava a lista de investigados em um suposto esquema de lavagem de dinheiro ligados a casas de apostas e jogos ilegais.
Entretanto, o Ministério Público solicitou o arquivamento da acusação contra o sertanejo por falta de provas. Dessa forma, a Justiça aceitou a decisão e anulou as medidas contra o artista, ordenando a devolução dos bens e dinheiro bloqueados.
Em contato com o portal Splash, a equipe de Gusttavo Lima celebrou o fim das investigações sobre o sertanejo. Eles também confirmaram a informação da devolução da quantia de R$ 137.169,00 à Balada Eventos e Produções.
“Mais uma vez, fica comprovado que Gusttavo Lima e suas empresas não têm qualquer envolvimento com o objeto da investigação, que apurava a exploração de jogos ilegais, organização criminosa e lavagem de dinheiro no referido Estado e ramificações”, afirmou a equipe de Gusttavo Lima.
Em setembro de 2024, Gusttavo Lima chegou a ter um pedido de prisão decretado durante a investigação, mas a ordem foi anulada no dia seguinte. Com o arquivamento das acusações, o nome do cantor foi retirado do inquérito.
Confira a nota na íntegra da equipe de Gusttavo Lima:
“A assessoria jurídica do cantor Gusttavo Lima, por meio de seu advogado Cláudio Bessas, confirma que todos os valores bloqueados e retidos indevidamente do artista e de suas empresas, durante a Operação Integration (desencadeada pela Polícia Civil de Recife/PE), foram devolvidos.
Mais uma vez, fica comprovado que Gusttavo Lima e suas empresas não têm qualquer envolvimento com o objeto da investigação, que apurava a exploração de jogos ilegais, organização criminosa e lavagem de dinheiro no referido Estado e ramificações.
Por fim, reafirmamos nosso compromisso com o devido cumprimento das leis do nosso país e destacamos que não compactuamos com qualquer tipo de ilegalidade.”
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